A temporização dos semáforos para peões na Avenida dos Estados Unidos, em Lisboa, perto da Avenida do Rio de Janeiro é curta. Uma pessoa com passo normal não tem tempo para atravessar as duas vias. Acrescente-se que este local é muito utilizado ...
ARMADILHA : Cruzamento criado à poucos anos com indrodução de sinalética-péssimamente mal colocada, visível apenas em cima do cruzamento- retirando prioridade à circulação tradicional via Belém-Algés (por detrás da BP). Acidentes quase diários.
É uma avenida extremamente perigosa para os peões, devido à altíssima velocidade média a que se aí circula. Há atropelamentos frequentes nas passadeiras, alguns fatais.
Uma longa língua de terreno, não sinalizada, separa a autoestrada da via de saída. De noite torna-se praticamente invisível, confundindo-se com a estrada. De dia requer muita atenção dos condutores
Os carros excedem largamente a velocidade, já houve vários atropelamentos, nomeadamente nas passadeiras, e despites com colisão no nº 260. Faltam redutores e sinalização
Situação extremamente perigosa. Os peões, nomeadamente dezenas de crianças, ficam na pequena “ilha”, enquanto os carros circulam em ambos os sentidos a altas velocidades. Esta situação foi também já por diversas vezes referida à CML. Acide...
Junto a uma das maiores superfícies comerciais da Europa e a um bairro com uma população muito envelhecida. Existia aí uma passadeira que foi apagada e um sinal que foi retirado. Há anos que se pede à CML para tornar esta passagem segura.
Stand da VolksWagen corta o acesso ao rio e continuidade dos peões e bicicletas ao fim de semana obrigando-os a enfrentar vias extremamente hostis para chegarem ao Parque das Nações.
Entre as 20.00h e as 04.00h e aos fins-de-semana os passeios da Rua Jardim do Tabaco entre o Largo do Museu de Artilharia e o Largo de Chafariz de Dentro são ocupados pelos carros e é impossível circular a pé. Faltam pilaretes
Os carros excedem largamente a velocidade, já houve vários atropelamentos, nomeadamente nas passadeiras, e despites com colisão no nº 260. Faltam redutores e sinalização
Local nobre da Cidade. Passeio Norte que liga o Terreiro do Paço ao Cais-do-Sodré chega a uma altura que não tem literalmente passeio. Muitos turistas e portugueses correm no meio da rua com carros a mais de 50 km/h
Rua com intenso movimento de peões. A colocação de pilaretes em passeios de 0,5 metro evitou o estacionamento ilegal mas aumentou considerável mente a velocidade dos automóveis restando 25 cm de passeio que ninguém consegue usar.
Passadeira apagada recentemente (menos de um ano) no percurso natural dos peões que agora correm entre o Mercado da Ribeira e as áreas residenciais da Bica e São Paulo em direcção ao Cais-do-Sodré.
Curva muito perigosa junto à entrada para o clube de rugby. Peões atravessam a rua em cima da curva e sem a mínima visibilidade, quer para os peões sobre os veículos que se aproximam, quer para os condutores sobre os transeuntes que atravessam. Periodo de
A construção dos 3 CC nos anos 90 aumentou a presença de peões na "Praça". Nada foi feito para melhorar o espaço público desde então. Automóveis a grande velocidade. Passadeiras mal colocadas. Semáforos penalizadores para os peões.
Fim da via rápida Eixo norte-Sul, junto a Av. Pe. Cruz. Desvio para a esquerda. redução do nº de faixas não sinalizada e curva apertada para a esquerda (150 graus). Responsabilidade: Estradas Portugal, CMLisboa, CMLoures
Ponto negro em contrução. Túnel rodoviário sob rotunda do Marquês do Pombal, com pendentes de 10 graus (dobro do máximo permitido p/ legislação europeia), ausência de tubo duplo, criação de barreiras intransponíveis para o tráfego pedonal à superficie.